
ARQUIVOS DE ARQUITETURAS MODERNAS:
Fontes e acervos para a preservação do patrimônio fluminense

ARQUIVOS DE ARQUITETURAS MODERNAS:
Fontes e acervos para a preservação do patrimônio fluminense

PANORAMAS DO MODERNO FLUMINENSE:
Presente e Futuro
O Estado do Rio de Janeiro se notabiliza pelas obras de arquitetura realizadas por arquitetos do movimento moderno reconhecidos internacionalmente, localizadas especialmente na cidade do Rio de Janeiro pelo seu histórico de Capital Federal. Profissionais como Álvaro Vital Brazil, Atílio Correia Lima, Lucio Costa, Jorge Machado Moreira, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, irmãos Roberto, Henrique Mindlin, para citar alguns nomes, estão entre os mais destacados do cenário brasileiro. Entretanto, o legado de obras construídas por estes expoentes não tem sido objeto de catalogação e efetiva conservação e valorização por parte dos órgãos responsáveis. A iniciativa deste evento tem como um dos principais objetivos resgatar a memória do patrimônio moderno do Estado. Neste sentido, o Docomomo Rio, recentemente constituído, toma a iniciativa de propor este encontro e, assim, contribuir para a cultura arquitetônica fluminense e sua salvaguarda. O evento será dedicado à mostra do Panorama do Moderno Fluminense, que
permita conhecer e refletir sobre as ações culturais no Estado do Rio de Janeiro, em relação à preservação, conservação, refuncionalização, resgate e pesquisas sobre o Movimento Moderno existentes no Estado.

O MODERNO E REFORMADO:
Debatendo o projeto do B. 1920-2019. Parte I.
A abreviação B foi usada pelo PCdoB (partido comunista do Brasil) para diferenciar-se do PCB (partido comunista brasileiro), partido original. Nesse caso B significa Brasil, mas também dissidência. Ao mesmo tempo, a expressão do B sugere noção de segundo time ou segundo escalão. Na indústria da música, o lado B dos discos de vinil era dedicado às composições alternativas, experimentais; o lado oposto, sem a expectativa de sucesso garantido que caracterizava o lado A. Nesse espírito, esse encontro visa ao exame das obras que não são – ou foram – objeto de maiores preocupações acadêmicas, apesar de sua predominância quantitativa na paisagem nacional. O recorte temporal é amplo, já que abrange as obras modernas e as intervenções contemporâneas que atuam sobre elas; o geográfico foca no Brasil, principalmente, e também em seus vizinhos de América Latina, todos lado B na hierarquia mundial.
Acesse os anais do evento:
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